segunda-feira, 22 de agosto de 2011



“Não somos ameaçados pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.”
Albert Einstein.



Inferno. Não o dantesco, o humanóide.  Na qual não faz parte de uma ‘Comédia Divina’.
Ele pode não ter sido criado por nós, mas se formou a partir de nossa indiferença.
Recessão? Investimentos? Guerra nuclear? Crise no euro?
Quem pode se preocupar com isso diante as crianças famintas?
Estou farta de ler em jornais sobre o intrometimento de países considerados superiores em outros menos favorecidos, e para que? Para explorarem o pouco de recurso que lhes restam, alegando ser a favor da justiça e do bem comum. É para o bem comum que matam pessoas inocentes? Deixam milhares desabrigados, crianças órfãs, homens e mulheres com medo de saírem de suas próprias casas?
Se os governantes estão com problemas, sentem-se e conversem, tal qual pessoas civilizadas e dignas de governar um país.
Corrupção?
Elegemos representantes, não ladrões! Políticos deveriam receber um salário mínimo, e trabalhar realmente, como dizem, a favor da sociedade.
Impressionante nosso egoísmo.
Conformamo-nos com o inconformável.
Segundo o artigo I da Declaração Universal dos Direitos Humanos, “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade
Recentemente assisti a um documentário sobre a Somália, e a fraternidade foi o item trancado dentro da caixa de pandora naquele país.
 Somália, capital Mogadíscio, fica na região chamada "chifre da África", dominada pela organização terrorista Al Qaeda de Osama Bin Laden, país que vive em constante guerra civil, é também onde se escondem os famosos e temíveis "piratas somalis". O país é dominado pelo extremismo tribal religioso islâmico, com suas mais severas, absurdas e desumanas leis. A fome, a miséria, a pobreza extrema, a seca, as guerras internas, os grupos terroristas, os piratas, os radicais religiosos fazem daquele país um verdadeiro inferno na terra.
Infelizmente, não vemos as grandes potências investindo na Somália, tentando ajudá-los. Não vemos nenhum governo oferecendo doações, pois a Somália não dá visibilidade política, não teriam retorno, não ganhariam nada em troca, como alianças comerciais ou apoio político. Sem mais.

2 comentários:

  1. Vale lembrar que governos são meros "funcionários" das instituições bancárias.
    Recomendo os documentários do DocVerdade:
    http://docverdade.blogspot.com/search/label/%23FUNDAMENTAL
    São muitos os temas, assista de baixo para cima.

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